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Raphael dos Anjos
Psicólogo Fenomenológico Existencial
CRP 05/38169;
Graduação / UNESA – Universidade Estácio de Sá;
Tem Experiências com Grupos e Trabalhos Clínicos (Individuais e em Grupo), Palestras, Cursos de Formação Continuada, Criação de Projetos Para ONGs, Consultoria, Processo de Seleção & Treinamento; Atualmente tem se dedicado a trabalhos clínicos com Adolescentes e Adultos;
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A Vida – implacável por natureza, quebra nossas imagens do ontem, do hoje, e até do nosso amanhã, deixando marcas na trajetória de nossa Alma. Podemos juntar os cacos, aprender Suas mensagens e construir a nós mesmos numa imagem mais realista e bela, da própria vida!
Mas ao lidarmos com o quebrar de nossas imagens, o sofrimento bate à porta cobrando escolhas (atitudes) em forma de aluguel, alguns mesmo que com dificuldades, escolhem bem e conseguem juntar os próprios cacos sozinhos; outros foram quebrados em tantos pedaços que precisam de ajuda para se reencontrarem (e os que o fazem podem comemorar porque sempre se reencontram...)
“As lembranças nem sempre são o que fomos, mas o que sentimos, o que a emoção guardou. Ir aproximando imagens, pode ser uma forma de ir reconstruindo o real.” * ( Arroyo, 1994 )
Podemos reagir de formas diversas frente às exigências da Vida e algumas dessas, podem nos adoecer. No cotidiano, as tarefas de casa ou do trabalho (algumas vezes ambas) podem nos ensinar algo novo ou nos estressar. E às vezes ao lidar com as exigências da vida, o corpo pode acabar falando mais alto do que a mente. Há quem diga que o corpo fala, mas sinceramente, muitas vezes o corpo grita! Mostrando-nos que estamos no nosso limite; que precisamos parar e rever a vida... Nossos valores... Para então continuar a trajetória, pois na verdade ele (o corpo) nada faz sozinho!
Afinal o corpo, a mente e os sentimentos são um todo que NÃO age de forma isolada. Enfim, cuidar de si passa por cuidar do corpo, da mente e dos sentimentos (não necessariamente nessa ordem), sendo assim, recomendo carinhosamente: “Cuide-se!”.
Texto por Raphael dos Anjos
* Miguel G. Arroyo do livro “Imagens Quebradas” ( somente texto em destaque)
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